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Dino reforça tese de que geração de empregos tem de ser vista como ‘agenda prioritária’

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Nesta terça-feira (6), em suas redes sociais, Flávio Dino (PCdoB) enfatizou a agenda a qual considera que deveria ser prioridade no Brasil: empregos. Segundo o governador, “como não há projeto nacional de desenvolvimento, fica só o desespero”.

“No desespero, querem liquidar ainda mais com a classe média, agora mediante proposta de piorar o Imposto de Renda”, escreveu.

Está em execução, no Maranhão, o ‘Plano Emergencial de Empregos Celso Furtado’, que visa investir, até dezembro, R$ 558 milhões em obras e ações governamentais, com o objetivo de ativar a economia.

Durante a última coletiva, no dia 2 de outubro, o governador do Maranhão destacou que já foram executados R$ 221 milhões do Plano de Empregos Celso Furtado, o que representa novas oportunidades para as empresas, além de geração de emprego e movimentação do setor de comércio e serviços em todo o estado.

“Para combater os efeitos recessivos, em nível nacional, o Plano de Empregos Celso Furtado é a resposta maranhense às dificuldades econômicas que o Brasil atravessa”, disse Flávio Dino.

Outro resultado celebrado foram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Governo Federal, divulgados na semana passada. Os números revelaram que, até o momento, o Maranhão gerou, em 2020, saldo de empregos formais maior do que os principais centros econômicos do País, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O estado governado por Dino tem o terceiro melhor saldo de empregos do Brasil, sendo o único do Nordeste a manter o patamar positivo no ranking.